Terceirizar mão de obra é contratar uma empresa para executar uma atividade, em vez de ter os profissionais na própria folha. É legal, é comum e funciona bem, desde que a empresa entenda o que ganha e o que continua sendo dela.
O que a empresa ganha
- Foco no que é o negócio. Folha, ponto, benefícios, admissões e desligamentos ficam com a prestadora. O gestor da contratante cuida do resultado, não da rotina de RH de outra equipe.
- Flexibilidade para crescer e encolher. Aumentar ou reduzir a equipe de uma operação passa a ser uma conversa com a prestadora, e não um processo de contratação e demissão.
- Previsibilidade de custo. O contrato costuma ter valor fechado por posto ou por serviço, o que facilita o orçamento.
- Reposição de faltas e férias. Uma boa prestadora cobre ausências sem a empresa precisar improvisar.
Vale uma ressalva honesta: o maior ganho costuma vir de organização e de menos dor de cabeça. A tercerização faz com que a empresa cliente possa focar mais no resultado e proatividade e deixe o tempo e esforço gasto com rotinas e responsabilidades de RH com a prestadora.
Os riscos
Responsabilidade subsidiária. Se a prestadora deixar de pagar salários, FGTS ou INSS, a empresa contratante pode ser chamada a responder pelas obrigações trabalhistas do período em que o serviço foi prestado. Quem contrata uma prestadora frágil herda o risco.
Subordinação direta. Se o gestor da contratante controla detalhes minuciosos referentes ao contrato de trabalho, a Justiça pode entender que existe vínculo com a contratante. As orientações devem passar pelo supervisor da prestadora e aí sim chegar ao funcionário.
Falta de acompanhamento. Terceirizar não é entregar e esquecer. Sem fiscalização, problemas pequenos podem virar grandes.
O que a empresa continua devendo
A contratante é responsável por garantir condições adequadas de segurança, higiene e salubridade no local onde os terceirizados trabalham, e isso vale tanto quanto para o quadro próprio.
Como escolher a prestadora
- Entenda como ela trabalha. Pergunte como a prestadora seleciona, treina e acompanha os profissionais, e quem cuida da folha e dos benefícios.
- Avalie a confiabilidade. Veja há quanto tempo a empresa existe, quais clientes atende, se tem boas referências e se passa segurança na conversa. Uma prestadora séria responde com transparência e mostra como trabalha.
- Veja como ela cobre faltas. Pergunte quanto tempo costuma levar uma reposição e quem é o contato do dia a dia.
- Deixe claro o escopo no contrato. O que está incluído, quais são os horários, os indicadores de qualidade e as regras de substituição.
- Defina um responsável de cada lado. Quando o supervisor da prestadora é presente, o risco de ordem direta cai muito.
Como a ATA trabalha
A ATA faz terceirização para empresas de diferentes portes e em qualquer função que o cliente precise. Não existe quantidade mínima nem máxima de pessoas. Temos mais de setenta anos de atuação, com escritórios no Rio de Janeiro, em São Paulo e em Pernambuco, e atendemos todo o Brasil. A folha, os encargos e o acompanhamento ficam com a gente, e o cliente recebe a operação funcionando.
Se a necessidade for sazonal, a gente também indica quando o trabalho temporário é a opção melhor.
Quer conversar sobre terceirizar uma operação? Fale com a ATA pelo WhatsApp (21) 97431-0355 ou escreva para [email protected].